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Acusado de cometer mais de 100 estupros foge de presídio em Goiás

Acusado de cometer mais de 100 estupros foge de presídio em Goiás

Redação
Por: Redação
20/12/2021 às 15h41 Atualizada em 20/12/2021 às 18h41
Acusado de cometer mais de 100 estupros foge de presídio em Goiás
Foto: Reprodução

Um dos maiores estupradores da história de Goiás conseguiu fugir do presídio na noite dessa sexta-feira (17). Já condenado a 196 anos de prisão e acusado de cometer mais de 100 estupros, Wanderson Alves Carvalho, conhecido como "Dentinho", aproveitou-se do momento em que fazia um trabalho de limpeza numa das unidades do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia e fugiu.

Ele havia sido preso em 2004. A Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP) informou neste domingo (19) que instaurou um processo de investigação para apurar as causas e circunstâncias da fuga de Wanderson. Ele cumpria pena na Penitenciária Odenir Guimarães (POG).

Conforme apuração da polícia, até então, o criminoso havia sido escoltado da POG até a base do Grupo de Guaritas e Muralhas (GGM), que fica nas dependências da Gerência de Segurança, para fazer a limpeza do local. No início da noite, no entanto, as equipes do GGM que retornaram à POG notaram que ele não havia voltado para o presídio.

As polícias Militar e Civil foram acionadas para ajudar a Polícia Penal na investigação iniciada pela DGAP. A intenção do órgão é analisar todas as possibilidades envolvendo o caso para que sejam aplicadas as devidas sanções aos envolvidos.

História

Dentinho” agiu entre 2001 e 2004, em Goiânia e região metropolitana. Para cometer os estupros, ele costumava usar uma bicicleta, vestia boné e bermuda. Ele abordava, principalmente, universitárias e a tática era quase sempre a mesma.

O estuprador pedia uma informação na rua e, quando a mulher ia responder, ele a atacava com uma arma. Em seguida, a vítima era levada para uma área baldia, onde ele não só praticava o estupro, mas também roubava pertences, como joias e celulares.

Wanderson chegou a fugir da prisão numa situação anterior, em maio de 2004, em Paraúna (GO), a 160 quilômetros de Goiânia. Nessa fuga, a polícia levou quase um mês para localizá-lo.

Via Metrópoles

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