Já passou por um quebra-mola e sentiu algo arranhando por baixo do veículo? Pois, é. Isso se tornou um fato comum para quem passa na Avenida Antônio Cavalcante Novaes e várias outras ruas em Floresta, no Sertão de Pernambuco. Super lombadas acabaram de ser construídas, mas estão sendo refeitas novamente. Não sei quem vai "pagar o pato". O fato é que as barreiras exageradas incomodam quem passa diariamente pela movimentada avenida. É ela quem dá acesso ao único parque de Exposições da cidade e algumas das regiões que mais crescem no município: bairro Três Marias e AABB.

Já estava com vontade de fazer uma matéria questionando a legalidade desses quebra-molas há algum tempo. A Secretaria de Obras se antecipou e iniciou os serviços de correção. Em uma rápida pesquisa, descobri que existe regras para a implantação de lombadas dentro da área urbana de uma cidade. De acordo com a resolução 39/98 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), os quebra-molas do tipo 1 devem ter as medidas de
8 cm de altura e
1,5 metro de largura. O que com certeza não foi cumprido. Quebra-molas irregulares podem danificar e desgastar severamente um veículo. Neste caso, o proprietário pode processar e até pedir indenização ao Estado caso seu transporte tenha sido danificado por uma lombada fora das especificações do Contran. Infelizmente, direitos como esses só existem no papel. O cidadão comum quase nunca tem conhecimento disso. Reconheço que os quebra-molas são importantes para impedir que "apressadinhos" pisem no acelerador mais do que o permitido. Mas, essa não é a única forma de controlar a velocidade no trânsito. #CríticaConstrutiva #SeEuEstiverErradoMeCorrija Com a palavra, o poder público municipal. Fonte:
Blog do Elvis/NE10