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Homem esfaqueado reencontra PM que fez oração: 'Salvou minha vida'

Homem esfaqueado reencontra PM que fez oração: 'Salvou minha vida'

Redação
Por: Redação
23/12/2017 às 09h27 Atualizada em 23/12/2017 às 12h27
Homem esfaqueado reencontra PM que fez oração: 'Salvou minha vida'
Foto: Reprodução

O vigilante José Augusto da Silva, de 44 anos, reencontrou o Policial Militar que fez uma oração pela vida dele. Ele foi esfaqueado na quinta-feira (14) na zona rural de Palmares, na Mata Sul de Pernambuco, e no momento do socorro, o soldado Péricles da Silva Albuquerque, de 37 anos, orou pedindo a Deus pela vida da vítima enquanto aguardava a ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

José Augusto passou alguns dias internado no Hospital Regional do município, mas recebeu alta e se recupera em casa. Ele afirma que poderia ter morrido se não fosse a ação do PM. " Naquele momento ali, eu já estava morto. Quando ele começou a fazer a oração foi que eu comecei a abrir os olhos, mexer as mãos. Agradeço primeiro a Deus, segundo ao policial. Porque se não fosse ele naquele momento, eu não estaria vivo hoje. Salvou minha vida ”, disse o vigilante.

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O policial militar afirmou que quando chegou no local da ocorrência percebeu que o vigilante estava desistindo da vida. "Eu passei de 25 minutos a 30 tentando conter essa hemorragia. Em um certo momento ele olhou para mim e fez o sinal de negativo, olhando para ele, eu senti e vi que ele estava desistindo da vida dele. Ele desistiu de viver naquele momento. Ele se entregou. Eu disse a ele que não, que ele ia sobreviver e que ele ia contar essa história pra muita gente. Nesse momento eu fechei meus olhos e clamei ao Senhor, para que se fosse da vontade Dele, que ele permanecesse ali comigo e que aqueles ferimentos não viessem a ceifar a vida dele", afirmou o PM.

Na última terça-feira (19), Péricles foi recebido e homenageado pelo comandante geral da Polícia Militar de Pernambuco, o coronel Vanildo Aragão. Ele agradeceu o reconhecimento, mas afirmou que o principal é ver a vítima bem. "Agora nasceu uma amizade muito bonita e muito boa, porque é como eu digo: qual o preço de uma vida? Qual o preço de ver o sorriso de uma pessoa morta, que hoje está viva, ao meu lado, e você chegar perto dele e saber que fez o seu trabalho?", comemora.

Via G1 Pernambuco

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