
A morte de um homem que se afogou ao tentar atravessar uma passagem molhada no Rio Pajeú reacendeu a cobrança da população pela construção de uma passagem molhada elevada em Floresta, no Sertão de Pernambuco. Além das críticas nas redes sociais, moradores agora estão se mobilizando com um abaixo-assinado para tentar tirar o projeto do papel.
O caso ocorreu neste fim de semana, quando Josafá tentou atravessar o local e acabou sendo arrastado pela força da água. O corpo da vítima foi localizado pelo Corpo de Bombeiros por volta das 13h30, após buscas realizadas na área.
A tragédia voltou a chamar atenção para os riscos enfrentados por quem precisa passar pelo trecho, principalmente durante períodos de chuva, quando o nível do rio sobe e a passagem fica submersa.
Diante da situação, moradores iniciaram a organização de um abaixo-assinado pedindo a construção da passagem elevada no local. As assinaturas estão sendo coletadas digitalmente através do aplicativo Trombone Cidadão, plataforma utilizada para registrar denúncias e reivindicações da população.
CLIQUE AQUI E ASSINE O ABAIXO-ASSINADO
Segundo os organizadores, o objetivo é reunir o maior número possível de assinaturas para reforçar a cobrança junto às autoridades e acelerar a execução da obra.
A construção da passagem molhada elevada havia sido anunciada em outubro de 2025 pela prefeita Rorró Maniçoba. Na ocasião, foi informado que a licitação para a obra seria publicada no prazo de 15 dias no Diário Oficial.
De acordo com a prefeitura, a obra deverá ser realizada com recursos do Governo de Pernambuco, tendo como órgão responsável a Companhia Estadual de Habitação e Obras (CEHAB).
Apesar do anúncio feito há vários meses, até o momento não há sequer uma previsão oficial para a publicação da licitação, nem explicações públicas sobre o motivo da demora.
A obra da passagem molhada elevada no Rio Pajeú está estimada em cerca de R$ 1 milhão e tem como objetivo garantir uma travessia mais segura, especialmente durante o período de chuvas, quando a força da água pode tornar o local perigoso para pedestres e veículos.
Com a mobilização popular em andamento, moradores esperam que o caso ganhe mais atenção das autoridades e que o projeto finalmente avance, evitando que novas tragédias sejam registradas no local.
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Via Blog do Elvis