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Recife tem maior alta da cesta básica do país em janeiro, aponta Dieese

Recife tem maior alta da cesta básica do país em janeiro, aponta Dieese

Redação
Por: Redação
09/02/2023 às 11h26 Atualizada em 09/02/2023 às 14h26
Recife tem maior alta da cesta básica do país em janeiro, aponta Dieese
PE - CAMARAGIBE - 05/12/2018 - Estudio de Pilates Mari Magliano, com ajuda de alunos e moradores de Aldeia , fez uma arvore de natal sustentavel para doar cestas basicas. Foto: Camila Pifano/Esp. DP.

Com avanço de 7,61% em janeiro, o Recife teve a maior alta do custo da cesta básica de alimentos entre as capitais do Brasil neste início de ano.

O resultado, divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) por meio da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos nesta terça-feira (07), apontou que os maiores percentuais de alta do país foram registrados nas cidades do Nordeste.
Atrás da capital pernambucana aparecem as cidades de João Pessoa (6,80%), Aracaju (6,57%) e Natal (6,47%). Já as reduções mais importantes ocorreram nas capitais do Sul: Curitiba (-0,50%), Porto Alegre (-1,08%) e Florianópolis (-1,11%).A comparação dos valores da cesta, entre janeiro de 2022 e janeiro de 2023, mostrou que a variação no Recife foi de 11,97%.


Em janeiro, o valor da cesta básica do Recife totalizou R$ 608,10. Na comparação com dezembro do último ano, sete dos doze produtos tiveram elevação no preço médio: tomate (64,40%), feijão (+8,09%), banana ( 6,35%), arroz ( 4,57%), farinha de mandioca ( 2,73%), óleo de soja ( 2,15%) e a manteiga ( 1,89%). Já a redução no preço médio foi constatada com relação ao leite (-7,03%), açúcar (-0,70%), pão francês (-0,67%), café (-0,66%) e a carne (-0,61%).


Com relação a janeiro de 2022, os maiores aumentos foram registrados nos seguintes produtos: feijão (-41,12%), farinha de mandioca ( 34,33%), leite (33,41%), manteiga ( 29,91%), pão francês ( 26,94%), banana ( 19,18%), café ( 10,38%), tomate ( 3,53%), arroz ( 3,46%) e o óleo de soja ( 2,15%). Apresentaram declínio no preço médio o açúcar (-1,15%) e a carne (-1,99%).

Via Diaro de Pernambuco.

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