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Professores de Itacuruba também pararam atividades por falta de pagamento

Os professores da Rede Municipal de Ensino da cidade de Itacuruba, no Sertão pernambucano, também paralisaram nesta segunda-feira (8), as suas atividades de trabalho, devido o atraso no pagamento dos seus salários do mês de julho. Em Floresta, a manifestação também aconteceu de forma pacífica.

A categoria alega que o repasse do FUNDEB foi feito desde o dia 28 de julho, e que o valor é suficiente para que o pagamento seja efetivado de acordo com o valor da folha de pagamento de Secretaria Municipal de Educação, não restando assim uma justificativa plausível para o atraso que está ocorrendo.

Leia a nota da Prefeitura Municipal de Itacuruba enviada para o Blog O Povo com a Notícia em resposta à paralisação dos professores:

O Governo democraticamente eleito, escolhido pela maioria para dirigir o destino do município de Itacuruba, vem perante toda sociedade itacurubense esclarecer o fato em curso. A paralisação das aulas nas Escolas Municipais.
 
1) O governo municipal tem cumprido rigorosamente as suas obrigações com o Magistério Municipal inclusive mantendo devidamente atualizado o piso nacional da categoria.
 
2) O governo sério, com transparência e competência vem, constantemente promovendo a melhoria das condições da educação municipal, conseguindo, diferentemente da maioria dos municípios, mantendo o salário dos professores e de todo o pessoal da educação em dia.
 
3) O governo não é contra a greve, que dentro do marco civilizatório é um direito dos trabalhadores de paralisar seus trabalhos para reivindicar seus direitos.
 
O que é inaceitável é que uma pequena minoria pratique atos de caráter político não apropriados para a classe de professores.
 
4) O governo tem conduzido esse município, sem perseguir A ou B.
 
7) O movimento paredista iniciado no dia de hoje demonstra total desrespeito com a legislação vigente. Mas, principalmente desrespeita a população itacurubense, no momento em que desestabiliza a educação e a família do município.
 
8) Em nosso entendimento a Greve saiu do limite civilizado, seguindo um caminho político e pessoal, passa ser uma coisa sem fim. Prejudicando o calendário escolar, consequentemente os alunos e as famílias.
 
9) Diante da manutenção do movimento em curso, caso assim permaneça, será motivo de mediação judicial para que seja decretada a ilegalidade a greve com o consequente desconto dos dias parados.
 
Na oportunidade pedimos: Aos professores e professoras que volte ao trabalho, para restabelecer a normalidade das aulas. Aos pais ou responsáveis que levem ou mandem seus filhos para a escola. Todas as escolas estão abertas esperando seus filhos dignamente. Aos alunos que vão para à sua escola. Ao Sindicato que abra o canal democrático de negociação, sem paralisação das aulas.
 
O governo municipal é um governo democrático popular, está aberto ao diálogo como sempre esteve, fazendo o que estiver no seu alcance, trabalhando firme para melhoria da vida de nosso povo, inclusive dos professores.
 
GUSTAVO CABRAL SOARES
PREFEITO MUNICIPAL

Com informações do Blog O Povo com a Notícia

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