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Profissionais do Hospital Regional de Arcoverde alertam para aumento de doenças respiratórias com a volta às aulas e o Carnaval
Profissionais do Hospital Regional Ruy de Barros Correia (HRRBC), unidade da rede estadual de saúde localizada em Arcoverde, no Sertão do Moxotó, ...
10/02/2026 07h45
Por: Redação Fonte: Sec. de Saúde de Pernambuco

Profissionais do Hospital Regional Ruy de Barros Correia (HRRBC), unidade da rede estadual de saúde localizada em Arcoverde, no Sertão do Moxotó, alertam à população para casos de doenças respiratórias, especialmente neste período marcado pela volta às aulas e pelas aglomerações do Carnaval.
De acordo com a Vigilância Epidemiológica do HRRBC, somente em 2025 foram registrados 2.972 atendimentos a pacientes com sintomas gripais, incluindo quadros de febre, tosse, coriza, dor de garganta e dificuldade respiratória. O número acende um sinal de atenção para a adoção de medidas preventivas, sobretudo durante os meses de fevereiro a julho, onde há maior incidência nas notificações entre crianças, idosos e pessoas com comorbidades.

A circulação mais intensa de vírus respiratórios ocorre principalmente em ambientes fechados, salas de aula, transportes públicos e eventos com grande concentração de pessoas, favorecendo a transmissão de doenças como gripes, resfriados, bronquiolite, influenza e COVID-19.

A enfermeira Kilse Sitonio, Supervisora da Pediatria do Hospital Regional, reforça que a prevenção para as crianças já começa dentro de casa e deve ser mantida no ambiente escolar.
“ Com a volta às aulas, é comum o aumento dos casos de doenças respiratórias em crianças. Por isso, é fundamental que pais e responsáveis adotem cuidados simples no dia a dia para prevenir e identificar precocemente possíveis problemas. Manter a vacinação em dia, incentivar a lavagem frequente das mãos, orientar as crianças a tossirem ou espirrarem no antebraço e evitar enviá-las à escola quando apresentarem febre, mal-estar importante ou falta de ar. Além disso, é importante garantir ambientes bem ventilados, evitar a exposição à fumaça de cigarro e realizar a lavagem nasal com soro fisiológico várias vezes ao dia ”, destacou Kilse Sitonio.

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Os profissionais de saúde também orientam que, em casos de piora dos sintomas, como dificuldade para respirar, febre persistente, prostração ou chiado no peito, a população procure imediatamente uma unidade de saúde. É importante o uso responsável dos serviços de saúde, buscando atendimento de urgência nos casos mais graves, o que contribui para a melhor organização do fluxo hospitalar e qualidade da assistência prestada à população.