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Movimento ‘Acorda Serra’ promete ir ao Legislativo protestar na próxima segunda-feira

Os membros do movimento social ‘Acorda Serra Talhada’ se reuniram nessa quarta-feira (14) na Casa Paroquial, para discutir o aumento de 25% nos salários dos vereadores – medida aprovada no final do mês de agosto e que revolta a população. Considerado um movimento apartidário e formado por membros de diversos grupos da sociedade civil – ganharam notoriedade após desencadear uma manifestação em redes sociais e irem as emissoras de rádios denunciar a aprovação de um projeto por unanimidade – que segundo eles não teve publicidade da Casa Joaquim de Souza Melo.

Na primeira reunião realizada no turno da noite, cerca de trinta pessoas discutiram e planejaram um série de protestos contra o Poder Legislativo e ao projeto aprovado. Nas redes sociais o movimento ‘Acorda Serra’ já possui mais de 200 membros e cresce a cada hora, pois a população está revoltada com a forma que a votação foi realizada, após o presidente Agenor de Melo solicitar ao Tribunal Eleitoral a desativação da transmissão das sessões da Câmara de Vereadores durante o período eleitoral – o que justifica a falta de publicidade da votação e do projeto.

O movimento está sendo encabeçado pelo policial civil Cornélio Pedro Costa e ativista social Danielle Epaminondas. Durante entrevista de rádio nessa quinta-feira, ambos, apontaram que o projeto é legal, no entanto, imoral pelo momento crítico que economia brasileira e municipal atravessa.

“É importante participar do movimento onde verdadeiramente estamos procurando exercer nossa cidadania e principalmente exigir respeito dessas pessoas (vereadores) que entre aspas nos representa”, destacou o Policial Civil a TV NN.

Já ativista social apontou a imoralidade dos parlamentares que votaram a favor da aprovação do projeto.”O aumento dos vereadores é legal e que existe um lei que de quatro em quatro anos os parlamentares, prefeito, vice-prefeito e outros servidores recebam aumento. Tudo bem! Mas, este aumento é imoral”, disse.

O movimento irá se reunir na próxima segunda-feira (19), na Praça Sérgio Magalhães, onde sairá em direção a sessão legislativa da Casa Joaquim de Souza Melo para protestar contra os parlamentares que votaram a favor da medida. Os manifestantes afirmam, que caso algum vereador falte, terá seu nome citado na tribuna do plenário.

Fonte: Âncora do Sertão

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