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Meninas e meninos do Sertão ganham roupas de mãos solidárias

Do JC

Tereza, de Olinda, conquistou Aída, do Recife. Depois vieram Maria, Elizabete, Diana, Eliete, Rosário, Tetê, Cláudia e tantas outras, de diversos cantos do Brasil. De Norte a Sul, tem gente colaborando. Da Bahia, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Rio Grande do Sul, de Minas Gerais, de Mato Grosso do Sul. O projeto de costurar vestidos em algodão para meninas do Sertão pernambucano cresceu e transformou-se numa grande teia de solidariedade. Agora, além das roupinhas femininas, tem tiaras, pulseiras, fivelas e bolsinhas sendo confeccionadas para as garotas sertanejas, que ganharão também calcinhas e sandálias. E os meninos não ficarão de fora: vão receber shorts, camisas e cuecas.

“Não esperava tanta repercussão. Conseguimos mobilizar muita gente, que foi tocada pela ideia de levar um pouco de alegria para crianças do Sertão. Hoje são pelo menos 15 mulheres costurando vestidos e shorts ou fazendo adereços. Sem contar as doações que recebemos diariamente de tecidos, fitas e aviamentos vindos daqui e de vários Estados”, conta a servidora pública Tereza Maria Matos, 54 anos. No fim de fevereiro, depois de conhecer a história da americana Lillian Weber, que aos 100 anos de idade costura um vestido por dia para doar a meninas da África, ela resolveu imitá-la, com a diferença de destinar as peças para a garotada de Pernambuco.

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Meninas e meninos do Sertão ganham roupas de mãos solidárias

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